terça-feira, 7 de maio de 2013

Helicóptero do INEM continua em Macedo de Cavaleiros


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raça podre que nos vem governando há décadas queria (e dará!!) mais uma machada no interior de Portugal. Mas ainda que a Justiça em Portugal mal funcione e só para alguns, desta vez funcionou ao impedir a deslocação de um helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros  lá colocado para colmatar o encerramento de várias unidades de saúde na região (centros de saúde  urgências e especialidades médicas). Ao quererem deslocar este helicóptero para Vila Real, ao que parece, e que mais tarde certamente iria para o Porto ou Lisboa com a desculpa que não faz evacuações o suficiente para lá manter o aparelho. Cum caralho, até parece que quem obrigou o pessoal a sair da região foi um gajo do Burkina Faso!!! Foi esta raça podre de governos, malta do PS, PSD e CDS, que aos poucos foram acabando com o investimento público na região e com essa desculpa fomentaram o encerramento de diversos serviços públicos (é tipo uma pescadinha de rabo na boca).

A fabulosa vida do Privado em Portugal

Esta mania de comparar como no privado em Portugal tem muito que se lhe diga e já começa a meter nojo.

Primeiro vamos ver o quem é de facto o privado! Quem é esse supra sumo da eficiência, da produtividade, do progresso, do motor económico português. Quem é? Os bancos e os amigalhaços banqueiros? os empresários que se colam ao ESTADO para mamarem? as multinacionais que vem para Portugal comer uns subsídios e ficarem isentas de alguns impostos para depois se porem a andar e deixarem milhares de desempregados? São estes que dão o exemplo da merda da economia portuguesa que tem sido nas últimas décadas? São estes escrupulosos patrões que fazem o modelo económico português?

É claro que na Função Pública existe muita coisa a limpar, mas daí a querer fazer aproximações a situações que nunca serão comparáveis segundo os paradigmas actuais da economia (terão de ser inventados uns novos, e talvez a Goldman Sachs esteja já a trabalhar nisso!)

Não atirem areia pros olhos das pessoas suas bestas! Já bata de carneirada

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Notícia Público: Tribunal de Contas arrasa Ministério Público por não acusar membros do Governo da Madeira

A palhaçada do costume: arrasa, arrasa...os membros do governo da madeira é que arrasam literalmente com tudo! Alguém lhes pega? não me parece.

Notícia completa aqui.

terça-feira, 23 de abril de 2013

O Passos Coelho e o Gasparinho se os tivessem no sítio também diziam coisas parecidas com isto na TV


Foi num recente programa " Quadratura do Circulo ".

ANTÓNIO COSTA  é ex-ministro, Presidente da Câmara de Lisboa e nº 2 do PS .. .
E aqui está  o que ele disse (transcrito manualmente):

(...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.

E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável.

Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia.
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Portanto não é aceitável agora dizer? podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!

A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.

Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma.

A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo.

Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.

Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.

Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia.

Ainda os swaps nas empresas públicas

Parece que houve carneirada...como de costume:


Governo foi alertado para 'swaps' em 2008!!!!!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

maria luís albuquerque e os swaps

Esta, faz papel de sóbria e austera quando vem dar bitaites à TV, no entanto parece que quando se está nos comandos de qualquer empresa pública vale tudo, até contratar swaps para ver o que dá. Só para ver o que dá. Todos sabemos que os swaps estavam na moda, mas não significa que todos enveredassem por aí. Mas parece que foram todos atrás do mesmo. Nas empresas públicas é sempre assim: "se os que estiveram antes de mim enterraram isto porque não hei-de eu também arriscar e se der para o torto não fui o primeiro!"

Notícia Público.

segunda-feira, 15 de abril de 2013