Há uns dias ouvi que a filha do presidente de Angola era a primeira mulher bilionária africana!!! (mil milhões de dólares)
Hoje ouvi a UNICEF dizer que precisa de 4 milhões de dólares para ajudar as crianças angolanas subnutridas.
Achei interessante esta sequência de notícias!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Carta Aberta à Direcção do BPI ...
Ainda o senhor Ulrich. Esta carta chegou-me à minha caixa de email.
Exmos Senhores,
Se o Exmo Senhor Presidente da vossa instituição pode vir aos media dizer as bacoradas que lhe sobem à boca, tipo vómito, ditas com raiva, gostaria de perceber porquê, então também tenho o direito de lhe endereçar algumas observações:
Primeiro, deixe-me desfazer o mito que a culpa da crise é das famílias, que se endividaram em demasia. Ó Sr. Fernando, olhe, mesmo antes da crise, quase todos os dias me ligavam da agência do Lazarim para me tentar vender jóias com diamantes (até sabiam a data de aniversário da minha mulher), serviços da Vista Alegre, relógios de ouro. Até me convidaram a experimentar um SAAB novinho em folha que estaria À porta da agência. Tudo tipo, leva já e começa a pagar daqui por uns meses.
Dentro da minha ignorância, parecem-me ser outras as razões da crise, tais como:
- criação de activos tóxicos por parte dos BANCOS
- fraudes criminosas de milhares de milhões de Euros cometidas por administradores de BANCOS
- PPP altamente lesivas dos interesses do Estado, efectuadas com consórcios participados por BANCOS
- Facilitismo no crédito concedido pelos BANCOS
- Desvio de fundos pelos BANCOS, provenientes do BCE, destinados ao crédito às empresas e a reanimar a economia, para comprar divida pública, a taxas mais proveitosas.
Acha que foi o povo, a classe média, que provocou isto?
Porquê? Como?
Indo de férias para as caraíbas com um empréstimo do seu banco?
Não, Sr. Fernando. Não nos coma por parvos. A ganância das instituições parecidas com a sua, mas muito maiores, a actuar sem controle de reguladores. Somada a isso a imcompetência generalizada dos políticos. A governação para o mandato, para a reeleição, em detrimento da governação estratégica. A corrupção, o compadrio, os lobbies, etc. etc.
Foram essas as causas.
E agora é o povo, a classe média e até os mais mal pagos. Os reformados, os doentes, os desempregados, que pagam a factura.
E diz o Senhor, desculpe, mas que idiota: “ai aguentam, aguentam”. Sendo o “ai” uma atribuição de culpa.
E a história dos sem abrigo.
Diga-me lá o senhor se já alguma vez, com o seu fatinho de alta costura, gravatinha de seda e sapatinhos de 300 euros a brilhar, se chegou ao pé de um sem abrigo. Ali a dormir na estação do Rossio envolto em papelão.
Já?
Sentiu o cheiro da urina?
Sentiu?
Viu a cor da pele?
Viu-lhes a boca, os dentes, sentiu o hálito?
Falou com eles?
Teria coragem?
Eles aguentam,não aguentam? Sabe como?
Os miúdos cheiram recipientes de cola de sapateiro. Os graúdos uma garrafa de tinto e as dores vão-se.
Você sabe do que é que está a falar?
Da condição miserável dessa pobre gente que é a vergonha de todos nós, sociedade.
Mas porque é que o Senhor vem dizer essas bacoradas à televisão?
Só vejo duas hipóteses:
Ou o Sr. é um grandessíssimo idiota,
Ou então está a desenvolver uma grave doença do foro neurológico, e nesse caso muito lamento, com muito respeito porque tenho um caso grave na família.
Aconselho uns testes psicossomáticos.
Entretanto vá evitando ir à televisão
Se o Exmo Senhor Presidente da vossa instituição pode vir aos media dizer as bacoradas que lhe sobem à boca, tipo vómito, ditas com raiva, gostaria de perceber porquê, então também tenho o direito de lhe endereçar algumas observações:
Primeiro, deixe-me desfazer o mito que a culpa da crise é das famílias, que se endividaram em demasia. Ó Sr. Fernando, olhe, mesmo antes da crise, quase todos os dias me ligavam da agência do Lazarim para me tentar vender jóias com diamantes (até sabiam a data de aniversário da minha mulher), serviços da Vista Alegre, relógios de ouro. Até me convidaram a experimentar um SAAB novinho em folha que estaria À porta da agência. Tudo tipo, leva já e começa a pagar daqui por uns meses.
Dentro da minha ignorância, parecem-me ser outras as razões da crise, tais como:
- criação de activos tóxicos por parte dos BANCOS
- fraudes criminosas de milhares de milhões de Euros cometidas por administradores de BANCOS
- PPP altamente lesivas dos interesses do Estado, efectuadas com consórcios participados por BANCOS
- Facilitismo no crédito concedido pelos BANCOS
- Desvio de fundos pelos BANCOS, provenientes do BCE, destinados ao crédito às empresas e a reanimar a economia, para comprar divida pública, a taxas mais proveitosas.
Acha que foi o povo, a classe média, que provocou isto?
Porquê? Como?
Indo de férias para as caraíbas com um empréstimo do seu banco?
Não, Sr. Fernando. Não nos coma por parvos. A ganância das instituições parecidas com a sua, mas muito maiores, a actuar sem controle de reguladores. Somada a isso a imcompetência generalizada dos políticos. A governação para o mandato, para a reeleição, em detrimento da governação estratégica. A corrupção, o compadrio, os lobbies, etc. etc.
Foram essas as causas.
E agora é o povo, a classe média e até os mais mal pagos. Os reformados, os doentes, os desempregados, que pagam a factura.
E diz o Senhor, desculpe, mas que idiota: “ai aguentam, aguentam”. Sendo o “ai” uma atribuição de culpa.
E a história dos sem abrigo.
Diga-me lá o senhor se já alguma vez, com o seu fatinho de alta costura, gravatinha de seda e sapatinhos de 300 euros a brilhar, se chegou ao pé de um sem abrigo. Ali a dormir na estação do Rossio envolto em papelão.
Já?
Sentiu o cheiro da urina?
Sentiu?
Viu a cor da pele?
Viu-lhes a boca, os dentes, sentiu o hálito?
Falou com eles?
Teria coragem?
Eles aguentam,não aguentam? Sabe como?
Os miúdos cheiram recipientes de cola de sapateiro. Os graúdos uma garrafa de tinto e as dores vão-se.
Você sabe do que é que está a falar?
Da condição miserável dessa pobre gente que é a vergonha de todos nós, sociedade.
Mas porque é que o Senhor vem dizer essas bacoradas à televisão?
Só vejo duas hipóteses:
Ou o Sr. é um grandessíssimo idiota,
Ou então está a desenvolver uma grave doença do foro neurológico, e nesse caso muito lamento, com muito respeito porque tenho um caso grave na família.
Aconselho uns testes psicossomáticos.
Entretanto vá evitando ir à televisão
Cliente do BPI
Jaime Pereira dos Santos
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Faria de Oliveira ganha mais na CGD do que Christine Lagarde no FMI !
Obviamente que esta informação (que me chegou ao email) carece de confirmação legal, mas não me espanta nada que seja verdade e por isso divulgo aqui.
Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% do que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos do que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal.A nova directora do FMI, Christine Lagarde, vai ter um rendimento anual líquido de 323 mil euros, a que se somam 58 mil euros para gastar em despesas, o que representa mais 10% do que o seu antecessor, Dominique Strauss-Kahn.
Palavras para quê?
Isto só se resolverá quando a Troika, obrigada a justificar como é que o dinheiro dos contribuintes dos países da EU se gasta na ajuda a Portugal, for obrigada a tomar posição.
É imperioso reduzir a despesa do Estado abrangendo também os Institutos e empresas do Estado e municipais (provavelmente a ultrapassar o milhar).
Não esquecer que na maioria são empresas que duplicam funções do Estado ou do poder local (autarquias) e todas elas com gestores com vencimentos e regalias muito superiores ao vencimento dos Deputados e do Presidente da República (PR), até Outubro de 2005 com direito a reforma antecipada, podendo acumular com outros vencimentos ou reformas. Até o PR Cavaco Silva tem pelo menos mais duas reformas que acumula com o seu vencimento.
Se José Sócrates não tivesse tido o desplante de acabar com as reformas antecipadas dos políticos e dos gestores públicos em Outubro de 2005, os processos do Freeport, do diploma de Engenheiro e outros nunca teriam tido o eco que tiveram. NÃO FOI POR ACASO Q O MINISTRO INDIGITADO PARA AS FINANÇAS POR SÓCRATES, SE DEMITIU PASSADO TRÊS MESES, POIS A REFORMA QUE ELE IRIA ASSINAR IRIA ACABAR-LHE COM AS SUAS MORDOMIAS...
E foi com esta facilidade (legislação imoral mas legal para criar à medida jobs para os boys, com a agravante de desviar a prioridade da atenção do Gestor para as novas solicitações dos Generais dos Partidos do Poder que julgavam também ter direito a um JOB) que a Fátima Felgueiras se escapou da Justiça indo para o Brasil onde viveu com a ajuda da reforma antecipada obtida dois meses antes de ter sabido por fuga de informação que iria ser detida.
Estima-se que mais de 50% dos autarcas com mais de 55 anos tenham direito a reformas obtidas por antecipação na mesma função (hoje, também impedidos de acumular com os seus vencimentos).
É uma vergonha a delapidação dos recursos financeiros que deveriam privilegiar o desenvolvimento ou a amortização da dívida pública e externa, que tipifica uma política neoliberal onde a ganância só tem como limite o céu; ou pior, foi preciso ter sido o mercado externo, com a subida vertiginosa dos juros da dívida soberana, a dizer que Portugal já não dá confiança para ter empréstimos.
No início da entrada de Portugal na União Europeia, como se fosse uma Dona Branca quando o dinheiro entrava aos montes, tudo foi possível sem grandes convulsões.
De vez em quando, lá era processado um político ou gestor que, com raras excepções, acabava por ver o seu processo arquivado.
Hoje temos o resultado da gestão da geração dos "soixante-huitard" que tem estado no poder, ao tempo do 25 Abril fanáticos de Mao, agora brilhantes executantes da partidocracia com laivos neoliberais.
É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:
· mais 32% do que os americanos;
· mais 22,5% do que os franceses;
· mais 55 % do que os finlandeses;
· mais 56,5% do que os suecos"
(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)
E têm a lata de ba nossa atenção afirmando que "os portugueses devem trabalhar mais e gastam acima das suas capacidades."
Faria de Oliveira ganha mais na CGD do que Christine Lagarde no FMI !
Em média os trabalhadores portugueses ganham menos de 50% em relação aos dos restantes 27 países da EU.
Isto ajuda a explicar a grave crise económica, financeira e social que Portugal está a viver.
Isto ajuda a explicar a grave crise económica, financeira e social que Portugal está a viver.
Para que conste, e para que os futuros Faria de Oliveira e outros possam ser respeitados, repasso o presente e-mail esperando com o mesmo contribuir para a moralização da política em Portugal.
Retirado do site da CGD, referente a 2009 (ainda não divulgaram os valores de 2010):
Retirado do site da CGD, referente a 2009 (ainda não divulgaram os valores de 2010):
Presidente - remuneração base: 371.000,00 ¤
Prémio de gestão: 155.184,00 ¤
Gastos de utilização de telefone: 1.652,47 ¤
Renda de viatura: 26.555,23 ¤
Combustível: 2.803,02 ¤
Subsídio de refeições: 2.714,10 ¤
Subsídio de deslocação diário: 104,00 ¤
Despesas de representação: não quantificado (cartão de crédito onde "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente documentadas com facturas e comprovativos de movimento)
Prémio de gestão:
Gastos de utilização de telefone:
Renda de viatura:
Combustível:
Subsídio de refeições:
Subsídio de deslocação diário:
Despesas de representação: não quantificado (cartão de crédito onde "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente documentadas com facturas e comprovativos de movimento)
Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% do que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos do que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal.A nova directora do FMI, Christine Lagarde, vai ter um rendimento anual líquido de 323 mil euros, a que se somam 58 mil euros para gastar em despesas, o que representa mais 10% do que o seu antecessor, Dominique Strauss-Kahn.
O total de 381 mil euros anuais que Lagarde vai receber (salário mais despesas) é um aumento de 11% relativamente ao que recebia Dominique Strauss-Kahn, o ex-director da instituição acusado de abusar sexualmente de uma camareira de hotel em Nova Iorque.
Quando foi nomeado, em 2007, Dominique Strauss-Kahn acordou em receber um salário anual de 291 mil euros, com despesas de representação de 52 mil euros - um total de 343 mil euros. Menos quase 38 mil euros anuais do que vai agora receber a francesa.
Quando foi nomeado, em 2007, Dominique Strauss-Kahn acordou em receber um salário anual de 291 mil euros, com despesas de representação de 52 mil euros - um total de 343 mil euros. Menos quase 38 mil euros anuais do que vai agora receber a francesa.
Palavras para quê?
Isto só se resolverá quando a Troika, obrigada a justificar como é que o dinheiro dos contribuintes dos países da EU se gasta na ajuda a Portugal, for obrigada a tomar posição.
É imperioso reduzir a despesa do Estado abrangendo também os Institutos e empresas do Estado e municipais (provavelmente a ultrapassar o milhar).
Não esquecer que na maioria são empresas que duplicam funções do Estado ou do poder local (autarquias) e todas elas com gestores com vencimentos e regalias muito superiores ao vencimento dos Deputados e do Presidente da República (PR), até Outubro de 2005 com direito a reforma antecipada, podendo acumular com outros vencimentos ou reformas. Até o PR Cavaco Silva tem pelo menos mais duas reformas que acumula com o seu vencimento.
Se José Sócrates não tivesse tido o desplante de acabar com as reformas antecipadas dos políticos e dos gestores públicos em Outubro de 2005, os processos do Freeport, do diploma de Engenheiro e outros nunca teriam tido o eco que tiveram. NÃO FOI POR ACASO Q O MINISTRO INDIGITADO PARA AS FINANÇAS POR SÓCRATES, SE DEMITIU PASSADO TRÊS MESES, POIS A REFORMA QUE ELE IRIA ASSINAR IRIA ACABAR-LHE COM AS SUAS MORDOMIAS...
E foi com esta facilidade (legislação imoral mas legal para criar à medida jobs para os boys, com a agravante de desviar a prioridade da atenção do Gestor para as novas solicitações dos Generais dos Partidos do Poder que julgavam também ter direito a um JOB) que a Fátima Felgueiras se escapou da Justiça indo para o Brasil onde viveu com a ajuda da reforma antecipada obtida dois meses antes de ter sabido por fuga de informação que iria ser detida.
Estima-se que mais de 50% dos autarcas com mais de 55 anos tenham direito a reformas obtidas por antecipação na mesma função (hoje, também impedidos de acumular com os seus vencimentos).
É uma vergonha a delapidação dos recursos financeiros que deveriam privilegiar o desenvolvimento ou a amortização da dívida pública e externa, que tipifica uma política neoliberal onde a ganância só tem como limite o céu; ou pior, foi preciso ter sido o mercado externo, com a subida vertiginosa dos juros da dívida soberana, a dizer que Portugal já não dá confiança para ter empréstimos.
No início da entrada de Portugal na União Europeia, como se fosse uma Dona Branca quando o dinheiro entrava aos montes, tudo foi possível sem grandes convulsões.
De vez em quando, lá era processado um político ou gestor que, com raras excepções, acabava por ver o seu processo arquivado.
Hoje temos o resultado da gestão da geração dos "soixante-huitard" que tem estado no poder, ao tempo do 25 Abril fanáticos de Mao, agora brilhantes executantes da partidocracia com laivos neoliberais.
É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:
· mais 32% do que os americanos;
· mais 22,5% do que os franceses;
· mais 55 % do que os finlandeses;
· mais 56,5% do que os suecos"
(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)
Não esquecer que cada um destes meninos têm 2, 3 e quatro "tachos", cada um deles muito bem remunerado.
E têm a lata de ba nossa atenção afirmando que "os portugueses devem trabalhar mais e gastam acima das suas capacidades."
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