A malta deste governo acredita piamente que assim é que Portugal vai lá. Não vai. Podem alterar o código do trabalho, como foi acordado na semana passada em concertação social, podem arrumar com feriados, podem carregar nos impostos. O que vão conseguir é baixar salários e poder de compra e rebentar com a chamada classe média e colocar na penúria e no desespero aqueles que já pouco ou nada têm.
Não vejo apostarem em fiscalização, algo que seria tão fácil com cruzamento de informação pelos sistemas informáticos. Não vejo cortarem nas mordomias da classe política e pior, dos gestores de empresas públicas, um verdadeiro cancro de Portugal.
Daqui a 2 anos ou quando acabar o programa da troika, veremos, e podem responder para aqui, se portugal saiu-se bem e está com pujança económica e depender apenas o normal do exterior! veremos. Raça podre governativa
Notícia aqui.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
EcoTretas: Apeadeiros e Estações inundadas pela barragem do T...
é triste, como um país na Europa, pertencente à UE e outras organizações desenvolvimentos, tenha comportamentos africanos!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Demite-te
Cavaco, demite-te. anda.
Petição Pedido de Demissão do Presidente da República
Notícia Jornal de Negócios, aqui.
Petição Pedido de Demissão do Presidente da República
Notícia Jornal de Negócios, aqui.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Notícia DN: Foz Tua vai acentuar desertificação
O DN hoje traz uma notícia sobre a opinião do Clube de Entusiastas do Caminho de ferro (CEC) acerca da barragem FozTua.
Os senhores deste clube já perceberam muito bem, assim como a maioria da população transmontana, que este barragem não vai trazer progresso nenhum!!! Atira-se um bocado de areia para os olhos das pessoas, porque se metem lá umas dezenas de máquinas a fazer barulho e pó, e parece que vai empregar muita gente, mas isso é tudo trata. No fim da construção, que levará uns 2 ou 3 anos, a barragem estará muito automatizada e não precisarão nem criarão empregos nenhuns para as gentes locais.
O que estas bestas, como os dirigentes da EDP e dos sucessivos governos querem, é criar monopólios e servirem os lobbies da construção. Mas pode ser que dentro de pouco tempo se fodam, e nem para o famoso betão que foi mencionado pelo iletrado haverá dinheiro. Pena é que a linha do Tua, e o rio Tua, será sempre sacrificada em nome de um progresso fictício.
Parabéns governantes de brincar.
Peço ao CEC que em conjunto com mais organizações façam chegar estes apelos da manutenção da linha do Tua o mais longe possível. Força.
Link para a notícia DN, aqui.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Situação insustentável
Estes gajos andam mesmo a brincar com o povo. Claro, sentados em altas poltronas de couro genuíno a fumar o seu charuto Montecristo e a beber um bom scotsh ou um porto vintage (tudo pago pelo Zé Povinho pois) mandam postas de pescada cá para fora a fazerem-se importantes (e neste país de brincar são!).
Não é que em 10 de Junho de 2010, o Cavaco diz que "a situação é insustentável" e agora vem dizer que "a situação pode tornar-se insustentável"!!! Quer dizer que melhorámos a nossa condição financeira? Ou será que é a economia que está bombar por aí com crescimento na ordem dos 2 dígitos?
Graças à comunicação social medíocre e podre que existe em Portugal também não se pergunta ao senhor Silva o porquê desta afirmação 1 ano e meio depois daquela primeira! Coitadinho, também promulgou a lei do casamento de pessoas do mesmo sexo a contragosto e promulgou o OE 2012 com grandes objecções de consciência.
Não é que em 10 de Junho de 2010, o Cavaco diz que "a situação é insustentável" e agora vem dizer que "a situação pode tornar-se insustentável"!!! Quer dizer que melhorámos a nossa condição financeira? Ou será que é a economia que está bombar por aí com crescimento na ordem dos 2 dígitos?
Graças à comunicação social medíocre e podre que existe em Portugal também não se pergunta ao senhor Silva o porquê desta afirmação 1 ano e meio depois daquela primeira! Coitadinho, também promulgou a lei do casamento de pessoas do mesmo sexo a contragosto e promulgou o OE 2012 com grandes objecções de consciência.
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