Já há algum tempo que não "posto" aqui no blog.
Mas têm sido tantas as notícias neste País de Brincar, que não sei por onde começar. Olhem, fiquem com esta compilação Orçamento de Estado 2012, made in Expresso.
OE 2012
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Mundo de brincar
Isto parece um mundo de brincar. Extravasou fronteiras (a de Portugal) e contagiou o mundo inteiro, afinal não é só Portugal que gosta de brincar aos países. Parece que o Mundo também gosta de brincar ao Mundo!
Senão vejamos a entrevista de um corrector independente para a BCC, onde aproveitou para fazer muita publicidade a si próprio, e que anuncia um prognóstico muito pouco optimista para o cidadão comum, mas que deixará de sorrisos escachados os donos de grandes bancos, leia-se Goldman Sachs,
Link no jornal Público.
Pancada?
Pancada? Eh lá, temos carneirada na Madeira.
AJJ anunciou ontem num comício, na Freguesia do Monte, aos seus conterrâneos que "é preciso dar pancada em quem ofende o povo madeirense" e compromete-se a "continuar a lutar contra o Estado central até a região conseguir os seus direitos".
Notícia Expresso.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Notícia Público: Tribunal de Contas detecta novo buraco de 220 milhões na Madeira
Oh pá, não sei que hei-de dizer acerca do título em cima. Deixo aqui um vídeo do Tom Waits - Lie to me.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Madeira é bombo da festa das notícias nacionais
A Madeira, também é conhecida por gostar de festa. Nunca como agora esteve tanto na ribalta. Veja-se só alguns destaques de hoje nos jornais:
Notícia Público: Dívidas da Madeira obrigam a revisão dos défices entre 2008 e 2010
Notícia Público: Governo promete medidas para impedir mais “buracos” na Madeira
Notícia Público: Jardim garante que vai continuar a fazer obras e não despede ninguém
Notícia Expresso: "Buraco" na Madeira obriga a revisão do défice dos últimos três anos
Notícia Expresso: Madeira: Omissão de dívidas é uma "grave irregularidade"
Jornal de Negócios: Madeira "escondeu" despesas de 1,6 mil milhões de euros em quatro anos (act2)
Notícia Público: Dívidas da Madeira obrigam a revisão dos défices entre 2008 e 2010
Notícia Público: Governo promete medidas para impedir mais “buracos” na Madeira
Notícia Público: Jardim garante que vai continuar a fazer obras e não despede ninguém
Notícia Expresso: "Buraco" na Madeira obriga a revisão do défice dos últimos três anos
Notícia Expresso: Madeira: Omissão de dívidas é uma "grave irregularidade"
Jornal de Negócios: Madeira "escondeu" despesas de 1,6 mil milhões de euros em quatro anos (act2)
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUíS XIV
EM 1661...
DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUíS XIV (Pouco ….ou nada mudou !!!!)
Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV. Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris.
O diálogo: Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros.
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E então os ricos?
Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.
Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV. Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris.
O diálogo: Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros.
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E então os ricos?
Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.
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