terça-feira, 20 de setembro de 2011
Notícia Público: Tribunal de Contas detecta novo buraco de 220 milhões na Madeira
Oh pá, não sei que hei-de dizer acerca do título em cima. Deixo aqui um vídeo do Tom Waits - Lie to me.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Madeira é bombo da festa das notícias nacionais
A Madeira, também é conhecida por gostar de festa. Nunca como agora esteve tanto na ribalta. Veja-se só alguns destaques de hoje nos jornais:
Notícia Público: Dívidas da Madeira obrigam a revisão dos défices entre 2008 e 2010
Notícia Público: Governo promete medidas para impedir mais “buracos” na Madeira
Notícia Público: Jardim garante que vai continuar a fazer obras e não despede ninguém
Notícia Expresso: "Buraco" na Madeira obriga a revisão do défice dos últimos três anos
Notícia Expresso: Madeira: Omissão de dívidas é uma "grave irregularidade"
Jornal de Negócios: Madeira "escondeu" despesas de 1,6 mil milhões de euros em quatro anos (act2)
Notícia Público: Dívidas da Madeira obrigam a revisão dos défices entre 2008 e 2010
Notícia Público: Governo promete medidas para impedir mais “buracos” na Madeira
Notícia Público: Jardim garante que vai continuar a fazer obras e não despede ninguém
Notícia Expresso: "Buraco" na Madeira obriga a revisão do défice dos últimos três anos
Notícia Expresso: Madeira: Omissão de dívidas é uma "grave irregularidade"
Jornal de Negócios: Madeira "escondeu" despesas de 1,6 mil milhões de euros em quatro anos (act2)
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUíS XIV
EM 1661...
DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUíS XIV (Pouco ….ou nada mudou !!!!)
Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV. Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris.
O diálogo: Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros.
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E então os ricos?
Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.
Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV. Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris.
O diálogo: Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros.
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E então os ricos?
Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Notícia Dinheiro Vivo: Cada madeirense deve 30 mil euros, o dobro da média nacional
Pela notícia descrita no site Dinheiro Vivo, cada madeirense, ou residente no arquipélago da Madeira, deve o dobro da média nacional, num cálculo referente à dívida pública.
Alberto João Jardim, diz que só fala a 10 de Outubro sobre a dívida da Madeira. Como é possível? Ninguém na Região Autónoma da Madeira (RAM) exige ser esclarecido sobre este assunto? Os residentes na RAM não são dignos de saber o que se passa, até antes das eleições, para um melhor discernimento no acto de votar? pfffff.....
Notícia completa no site Dinheiro Vivo.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Post de Daniel Oliveira sobre a situação política da Madeira
Copio aqui o post integral da situação política e financeira que a Madeira vive actualmente. Um olhar suficientemente distante, apesar da partidarização assumida do autor, mas verdadeiro na minha opinião.
Madeira: um dia os "cubanos" fartam-se
Alberto João Jardim sempre lidou com o resto do País com insultos e chantagens. Nunca, da sua parte, houve um gesto de solidariedade e de preocupação com aqueles que não lhe possam garantir a eleição. Não me esqueço, por exemplo, o que disse sobre os apoios financeiros dados a Timor quando aquele País dava os primeiros passos na independência.
Quando a Madeira precisou, recebeu de todo o País, que ignorou as palhaçadas do seu presidente, o apoio geral. Num momento de crise, não faltou ao arquipélago fustigado por uma catástrofe a ajuda financeira que justamente pedia e a solidariedade sincera de todos os portugueses. Mas nem nesse momento Jardim se calou. Quem se atrevesse a fazer com ele o que se deve fazer com qualquer governante - verificar as suas responsabilidades nas consequências da catástrofe - era um "pulha". O momento era grave e todos se tinham de calar. E calaram-se. Agora, suspeitamos que andou a usar o dinheiro que recebeu para a reconstrução noutras "empreitadas". E continuámos calados. Perante a situação no País, e com um buraco financeiro colossal na sua empresa de estradas - que prova o desvario inauguracionista que não tem paralelo no resto do País -, Alberto João Jardim continua a comportar-se como se todos lhe devessem alguma coisa.
Mas a culpa não é apenas de Jardim. É, obviamente, antes de mais, dos madeirenses. São eles que o elegem. É natural que o façam quando percebem que o circo jardinista rende à Madeira uma folga orçamental. Se o resto do País se verga, insiste-se na tática. Devem apenas saber que, ao manter esta escolha, podem criar nos restantes portugueses um sentimento de revolta que um dia lhes sairá caro. Mas a principal responsabilidade é dos sucessivos governos da República, que sempre pactuaram com os abusos do regime jardinista, com os atropelos à legalidade democrática naquele território nacional, com as overdoses de inaugurações em campanhas eleitorais, com a pessoalização absoluta do poder regional, com os sucessivos atentados à dignidade dos titulares de cargos públicos da República, com os insultos aos "cubanos" que vivem no continente e com a chantagem permanente que impõe, sem pudor, ao resto do País.
Os madeirenses têm de fazer uma escolha: ou elegem quem respeite os portugueses, madeirenses ou não, e contam com a solidariedade e o apoio que os custos da insularidade exigem, ou vivem apenas dos seus rendimentos, coisa que, como sabe qualquer pessoa que conheça a Madeira, seria impossível. Os madeirenses não têm de estar agradecidos a ninguém. A autonomia e o apoio nacional à Madeira e aos de tanto se sentirem achincalhados pelo homem que os madeirenses escolhem, há mais de três décadas, como seu presidente, um dia destes os "cubanos" fartam-se.
Ler mais no Expresso.
Bombástico
Segundo uma notícia do DN, a Fundação Magalhães (algumas bestas lembraram-se de dar o nome de um nobre e valente português a um projecto faccioso), tem uma dívida colossal! de 50 milhões de euros. Este projecto para dar computadores a meninos para brincadeiras na generalidade e que não servem para nada, apenas para engrossar os lucros da JP Sã Couto.
Notícia completa do DN.
E dedico esta música aos senhores com a sábia ideia de criarem esta fundação e os seus objectivos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
