quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Até Quando?
terça-feira, 2 de agosto de 2011
E continua a malha
Então não serão as pessoas com mais dificuldade financeiras, que não podem levar o seu carro para o centro de uma cidade grande (Porto e Lisboa, infelizmente, por culpa dos governantes pós-74, o resto é conversa e nem transportes públicos na sua essência da palavra têm)? Então onde está o apelo à utilização dos transportes públicos, que são mais ecológicos e aliviam o trânsito dentro das cidades? Com este cacete pela cabeça abaixo das cabeças dos portugueses não dá vontade de trazer o velho Datsun lá de casa e acelerar nele até provocar um buraco de ozono na av. da Liberdade ou na av. da Boavista?
Porque não aumentam o imposto do combustível para carros ligeiros? portagens à entrada de cidades? alargamento da rede de transportes públicos para servir mais pessoas e assim vender mais serviços? Porque não mandar embora muitos gestores e administradores que andam lá a fazer o que outros fizeram (aumentar o défice público) por não sentirem qualquer tipo de ambição em melhorar as contas públicas? Vender património destas empresas que não serve para nada? Tantas medidas que podiam aliviar quem mais precisa dos transportes, mas parece que em Portugal se "pensa muito à frente".
O Álvaro disse que é (era) um utilizador assíduo dos transportes públicos. Onde? no Canadá? Pois, aí o entendimento de transporte público não é o mesmo que em Portugal. Lá, no Canadá, fazem por servir a população primeiro e não os gestores servirem-se dessas empresas!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Notícia DN: Líder da JSD/Madeira urinou num carro da Polícia
Talvez este seja o caminho certo para chegar a um lugar de destaque no governo regional!
Notícia completa aqui.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Notícia Expresso: PSD/Guimarães contesta pacto de silêncio entre Fundação e Cristina Azevedo
Notícia Expresso aqui.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Notícia Expresso: PSD/Guimarães defende corte salarial na Capital Europeia da Cultura
Já se fizerem duas capitais europeias da cultura em Portugal, Lisboa 94 e Porto 2001, e apesar de muita mesquinhez que nos caracteriza e custos acima dos estipulados, que há sempre, mas sempre mesmo! lá se fizeram as capitais culturais nas duas maiores cidades portuguesas. Agora que era uma oportunidade de uma cidade um pouquinho mais lá para dentro se mostrar à Europa, eis que todos querem mamar. Ora pois! Parece que quanto menos importante e pequena é a região ou cidade neste país, mais engenharia financeira é aplicada, numa espécie de feudo. Veja-se os casos de Felgueiras e Oeiras, onde está mais que provado o desvio e uso de dinheiros públicos que não para fins públicos, e no entanto o povo aclama os seus governantes. Qual coliseu! Os senhores que habitam ou se deslocam temporariamente (enquanto há bago a chegar dos cofres europeus e de Lisboa) para estas pequenas regiões e desempenham cargos de governo público ou parcerias publico-privadas (PPP) sentem-se num pedestal que o próprio povo se encarrega de levar aos ombros (pois, aqui reside todo o problema).
É muito triste ver a arrogância sem limites de mamar dinheiro público sem qualquer vergonha. No inicio eram 14000/mês que a senhora Cristina Azevedo ganhava e quase outro tanto para os seus administradores. Depois foi reduzido em 30% (ficou em 10000/mês) e todos a acharam corajosa e uma pessoa de bem. 10000/mês??? Quantas pessoas em Portugal não ganham isso num ano? O senhor presidente da câmara, agora que a conseguiu botar fora não se lembra que também foi ele que a convidou e concordou com o chorudo salário!
Outra história, é uma das condições que a senhora Azevedo impôs para a sua demissão: Não se falar do que se passou lá dentro. E tudo com a concordância do senhor Sampaio.
Não seria uma forma de mostrar transparência e bom senso ao povo se explicassem tudo o que se passa lá dentro? Não. o povo aplaude assim. Dai-lhe leões.
Notícia do Expresso aqui.
Em OFF - Cristina veste prada.
Trapalhada.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
As obras no IP4
Há já muito tempo que o IP4, se encontra em obras, para ser transformado na futura autoestrada transmontana. Mas muitos percalços e entraves têm ocorrido que estão a causar verdadeiros danos às populações locais (de amarante para o interior) e àqueles que por esta região passam, seja em turismo seja em comércio. Neste momento cerca de 20km do IP 4 estão cortados, obrigando o trânsito a fazer-se por estradas municipais. Há pouco, vi uma ambulância em marcha de emergência numa destas estradas. Isto levanta seriamente a questão das alternativas.
Uma situação como esta, onde a estrada principal duma região está cortada ou em péssimas condições de circulação, nunca aconteceria numa região litoral deste país fracassado. Mas aqui tudo vale, mesmo que os doentes ou os mais desfavorecidos percam tempo precioso. Obrigado sr. Silva e restante comandita por terem fixado Portugal até apenas 50 km da faixa costeira para o interior.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Notícia do Público: Um terço dos deputados tinha assento em empresas do Estado
Notícia aqui.